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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A Contabilidade Te Ajuda!

Como a contabilidade ajuda no crescimento dos seus clientes


Com as transformações que o mercado vem sofrendo, principalmente em função da globalização, a contabilidade pode também ser vista como uma área que potencializa o sucesso da empresa, do ponto de vista da elaboração das estratégias.
Outro propósito importante da contabilidade é o de orientar a empresa diante das mudanças sofridas pelas leis, variações que envolvem, inclusive, a convergência de normas internacionais — consequência natural dentro do atual contexto de velocidade e disponibilidade das informações, bem como das tecnologias.
De que forma a contabilidade pode representar um diferencial competitivo relativo à atuação da empresa no mercado? Como uma assessoria contábil é capaz de favorecer o crescimento do seu cliente? Confira abaixo as proposições que irão auxiliá-lo na compreensão das respostas!



Mais tempo e melhor orientação para o gestor



Uma assessoria usualmente é contratada pelos empreendedores que não tem tempo ou conhecimento para lidar com a manipulação das informações contábeis. Nesse sentido, a contração do serviço libera o tempo do gestor para manter-se concentrado em outras tarefas, essenciais à administração da organização para alcançar o sucesso do empreendimento.

Apenas com base no tamanho e na proporção dos negócios da empresa será possível avaliar se a melhor opção é a terceirização da contabilidade ou a contratação de um profissional especialista em contabilidade, para atuar internamente.

Uma assessoria contábil poderá proporcionar uma segunda opinião quanto a erros financeiros que estejam sendo cometidos, terá relevância na observação das deduções e dos créditos aos quais a empresa tem direito — proporcionando uma redução do recolhimento fiscal —, e fornecerá orientações pertinentes para cada situação fiscal e tributária da empresa.


Melhor avaliação dos dados



É preciso manter as informações atualizadas para que seja possível analisar e avaliar a participação da empresa no mercado. Atualizar e categorizar adequadamente os dados vai torná-los mais úteis e contribuir para a tomada de decisão dentro do processo de gerenciamento do negócio.

A informatização e sistematização das informações contábeis vão trazer maior credibilidade às análises e aos relatórios, tornando-os mais confiáveis e permitindo que seja vista a real situação da empresa para, a partir disso, fornecer orientação de como a instituição deva proceder em suas ações adiante.


Melhor tomada de decisões



A análise dos dados contábeis deve ser vista como fonte para a elaboração de estratégias para a empresa. Nesse sentido, a contabilidade, seja desempenhada por um profissional interno ou delegada a um escritório de contabilidade, tem o potencial de orientar ações mais adequadas, ou menos arriscadas, que envolvam o presente e o futuro da empresa.

Outro ponto forte da contabilidade é a elaboração de orçamento. Para compor um planejamento é preciso conhecer o orçamento da empresa. Um planejamento feito com base numa estratégia orçamentária, que possa medir economicamente os planos operacionais da empresa, vai permitir a elaboração de estimativas. Operar com estimativas embasadas é sempre mais seguro e melhor do que aceitar conviver com as incertezas.

A gestão da contabilidade tem grande importância para as empresas, independentemente do tamanho que possuam — é possível encontrar na contabilidade um potencial de gestão que possibilite maior crescimento e lucro.
Ainda tem alguma dúvida de como a contabilidade ajuda no crescimento dos seus clientes? Já desenvolve papel estratégico para eles?

Fonte: Jornal Contabil

Dívida em Nível Superior


Estudo Mostra que 46% dos superendividados têm curso superior


Descontrole é a principal razão para o aperto, aponta levantamento

A maioria dos consumidores mais apertados com dívidas é formada por homens (52%) com emprego formal e, quase sempre, de boa escolaridade. Levantamento realizado pelo Procon de São Paulo revelou que 46% dos chamados superendividados têm curso superior e 68% do total trabalham. A renda média de quase metade (48%) dos 658 analisados varia apenas de R$ 1 mil a R$ 2,9 mil.

Segundo o estudo, o descontrole financeiro (41%) e o desemprego (22%) são as principais causas que levam esses cidadãos ao sufoco financeiro. Em seguida, vêm perda de renda (14%) e doença (12%). Especialistas afirmam que muitos servidores públicos também estão entre os campeões de dívidas, devido à sua facilidade de obtenção de crédito.

“Contratei planos de saúde que não poderia pagar. Quando percebi, estava empurrando as contas com a barriga”, lamentou o professor Basílio Santos, de 59 anos. Ele é um dos que se encaixa no perfil traçado, cujos gastos extras acabam por comprometer as despesas da casa. São consumidores que passaram pelo Programa de Apoio ao Superendividado (PAS), do Procon paulista em parceria com o Tribunal de Justiça, inaugurado em 2012.

É considerado superendividado aquele cujo pagamento das dívidas já supera a renda mensal, mesmo que não esteja com o nome sujo, comprometendo o pagamento de contas básicas como água, luz e transporte. A faixa etária de 31 a 40 anos é a que mais procura pelo serviço (26%) e os que têm mais de 70 anos são os que menos procuraram (2%).

O ex-militar Ivan Assis, 32, luta há 10 anos para colocar as contas em dia. Sua saga começou em 2002, pouco depois de ser dispensado do Exército, por não ter diploma universitário. Desse ano em diante, Assis se enrolou com cartão de crédito e só agora está conseguindo quitar. “Sou formado em contabilidade, administro uma garagem e minha situação vai se equilibrar”, suspirou.


Célia Perrone - Correio Braziliense

Supersimples e Gestão de Risco



A conveniência de se aproveitar o novo universo do regime simplificado a partir de 2015, agora ao alcance de mais 140 atividades prestadoras de serviços em todo o país, não deve ser analisada de forma sumária ou parcial pelos empreendedores e suas contabilidades.

No próximo ano fiscal, todos os negócios pertencentes ao Lucro Presumido – sistema cuja base de cálculo para o recolhimento de impostos e contribuições é o percentual histórico de ganho auferido pelas diferentes atividades econômicas – terão de enviar mensalmente suas informações ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) .

Com isso, mesmo as empresas que não tenham se conscientizado das mudanças estruturais em nosso sistema tributário e insistam na informalidade parcial de seus negócios, passarão a prestar contas ao Fisco com o rigor de detalhes há muito exigido das grandes corporações. Trocando em miúdos, não haverá mais espaço para deslizes, inclusive os involuntários.

Igualmente considerável numa possível adesão ao Simples é a expressiva redução no volume de obrigações acessórias a cumprir, algo significativo para as micro e pequenas empresas, que geralmente terceirizam sua contabilidade e dificilmente contam com uma completa infraestrutura neste campo.

Os contadores e as empresas contábeis, por sua vez, tendem a pleitear salários e honorários compatíveis ao aumento do trabalho e à complexidade no atendimento a quem não queira, ou então esteja impossibilitado de aderir ao Simples, cujo teto de faturamento anual é de R$ 360 mil para as micro e R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas.

Contudo, se a motivação para o veto for apenas e tão somente a eventual carga tributária um pouco menor em qualquer outro regime, as chances de se fazer um mau negócio são grandes, sobretudo no tocante à não menos estratégica e fundamental gestão do risco.

O Supersimples veio para desburocratizar o sistema tributário e permitir que o pequeno empresário se dedique fortemente ao seu negócio, enquanto a contabilidade prepara informações mais elaboradas para serem apresentadas aos credores, sócios e terceiros relacionados à empresa, trazendo assim maior transparência e diminuição na possibilidade de falhas e omissões.

Empresário e contador devem se tornar mais parceiros ainda, com o intuito de obter maiores benefícios para a empresa na questão tributária, bem como melhoria nos controles e gestão de caixa, cabendo ao profissional da área finalmente substituir o papel de coadjuvante pelo de protagonista. Mas, para ser bem-sucedido nesta importante empreitada, ele precisa estar mais bem preparado do que nunca, tanto profissional quanto eticamente.

(*) Marco Antonio Papini é sócio-diretor da Map Auditores Independentes e vice-presidente da CPAAI Latin America.

Fonte: Jornal Contábil

Empresas devem tomar cuidados para pagar o 13º



As empresas de todo país tem até o próximo 30 de novembro, para pagar a primeira parcela do 13º salário aos trabalhadores. A segunda parcela deve ser paga até o dia 20 de dezembro. O valor que reflete em grande alegria para quem recebe é uma grande dor de cabeça para os empresários, caso esses não tenham se planejado adequadamente.

O 13º salário é uma obrigação para todas as empresas que possuem empregados, e o seu não pagamento é considerado uma infração (Lei 4.090/62), podendo resultar em pesadas multas para a empresa no caso de autuada por um fiscal do Trabalho. "Para se ter ideia, o valor é de 160 UFIRs (R$ 170,25) por empregado, e esse é dobrado em caso de reincidência. Lembrando que é uma multa administrativa em favor do Ministério do Trabalho e que além dessa, dependendo da Convenção Coletiva da categoria, pode existir cláusula expressa retratando a correção do valor pago em atraso ao empregado", conta Fabiano Giusti, consultor trabalhista da Confirp Contabilidade.

O 13º é devido por mês trabalhado, ou fração do mês igual ou superior a 15 dias. Desta maneira, se o empregado trabalhou, por exemplo, de 1º de janeiro à 14 de março, terá direito a 2/12 (dois doze avos) de 13º proporcional, pelo fato da fração do mês de março não ter sido igual ou superior a 15 dias. Desta forma, o cálculo é feito mês a mês, observando sempre a fração igual ou superior a 15 dias.

"As médias dos demais rendimentos como hora extra e comissões adicionais são também somadas ao valor do salário usado como base para o cálculo do décimo terceiro. Trabalhadores que só recebem comissão devem calcular o valor baseando-se na média aritmética das comissões recebidas durante o ano ou conforme Convenção Coletiva da categoria, seguindo sempre o que for considerado mais benéfico", acrescenta o consultor da Confirp.

Como em um salário normal, também ocorrem uma série de descontos no décimo terceiro do trabalhador, porém somente na 2ª parcela, que são Imposto de Renda (IR), a contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Pensões Alimentícias, quando mensurado nos ofícios, e as famosas contribuições associativas previstas em algumas convenções coletivas.

No que tange a impostos, no intuito de fracionar o pagamento aos empresários, diferente dos descontos, o FGTS é pago nas duas parcelas, juntamente com a remuneração salarial do mês do pagamento, seus percentuais variam: 8% para empregados celetistas e domésticos quando aplicável e 2% no caso de menor aprendiz.

Ponto importante é que é que o valor deverá ser pago na rescisão de contrato em casos de demissão sem justa causa, pedido de dispensa, fim de contrato por tempo determinado (inclusive os contratos sazonais, por safra) e aposentadoria, e o valor deverá ser proporcional aos meses em serviço. Já quando ocorre a demissão com justa causa, o trabalhador perde esse benefício e caso já tenha sido paga a primeira parcela, como o mesmo perdeu o direito ao recebimento, o valor efetivamente adiantado deverá ser abatido do saldo de salário ou demais verbas rescisórias.

"Caso a data máxima de pagamento do décimo terceiro caia em um domingo ou feriado, o empregador deve antecipar o pagamento para o último dia útil anterior. O pagamento da gratificação em uma única parcela, como feito por muitos empregadores, normalmente em dezembro, é ilegal, estando o empregador sujeito a multa", alerta Fabiano Giusti.

Fonte: Jornal Contábil

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Déficit contábil versus déficit real


A contabilidade pública classifica as operações de crédito (empréstimos) como receita. E, como o resultado orçamentário do exercício é medido pela diferença entre receita e despesa, o déficit contábil pode ser reduzido ou eliminado conforme seja o montante de empréstimos contraídos. Toda vez que a despesa total do exercício for superior à receita corrente (ordinária), temos um déficit real. Os empréstimos devem ser destinados aos investimentos, quando não houver margem para isso nas receitas correntes, o que acontece com a maioria dos estados brasileiros.
O que não se deve é custear despesas correntes, incluindo as prestações da dívida, com recursos de empréstimos, como está fazendo o estado do Rio Grande do Sul, que poderá financiar assim 2/3 do déficit real deste ano. E aqui há uma sutileza. Se um estado ou município utilizar recursos de empréstimos para aplicar no custeio é porque as receitas ordinárias foram insuficientes para isso.

Dinheiro oriundo de empréstimos, por ser um recurso finito, só pode ser utilizado em investimentos, por ser também uma despesa finita. Utilizar recursos eventuais para financiar despesa permanente é como tapar um vazamento com a mão: basta retirá-la para que a água volte com mais força ainda. É como se na vida pessoal financiarmos as despesas do dia a dia em prestações mensais. Logo, teremos que pagar com recursos do salário as mesmas despesas diárias mais as prestações da divida assumida anteriormente. Por políticas como essa é que o Estado chegou no atual endividamento. Durante décadas financiou déficits com recursos de empréstimos. Mas essa política, que havia acabado em 1988 em função de dispositivo constitucional, foi retomada agora. A pergunta que resta é como será nos próximos anos, quando estará esgotado o estoque dos depósitos judiciais e a margem de endividamento, que não existirá ou será mínima nos próximos anos?

Darcy Francisco Carvalho dos Santos - Contador e economista - com informações do Jornal do Comércio do Rio Grande do Sul

Construir ou reformar está 6,7% mais caro do que há um ano


São Paulo - Quem teve de contratar mão de obra ou serviços para a construção civil neste mês de novembro e ainda comprar materiais do setor comprometeu mais o orçamento em relação ao mês anterior.
Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou variação de 0,30% ante 0,20%, o que significa um aumento desde janeiro de 6,46% e, nos últimos 12 meses, de 6,70%.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) mostra que os materiais, equipamentos e serviços ficaram 0,4% mais caros, mas a elevação ocorreu com menor intensidade do que em setembro quando os preços subiram 0,43%.
A maior pressão neste subcomponente foi constatada em serviços com valores em média 0,89% acima do mês anterior. Em setembro, os mesmos serviços tinham apresentado taxa de 0,05%. A parte da obra mais onerosa foi a de projetos (de 0,01% para 1,46%).
Já a taxa que mede a variação do custo da mão de obra atingiu 0,22% ante estabilidade em setembro, sendo influenciada mais pelo reajuste salarial ocorrido no Recife.
Houve elevação do índice em quatro das sete capitais pesquisadas: Salvador (de 0,17% para 0,23%); Brasília (de 0,14% para 0,18%); Recife (de 0,3% para 2,27%) e Porto Alegre (de 0,16% para 0,28%).
Em duas capitais houve queda no ritmo de correção: Rio de Janeiro (de 0,19% para 0,06%) e São Paulo (de 0,26% para 0,22%). E, em Belo Horizonte, o índice permaneceu estável em 0,09%.

Fonte: Exame.com

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cinco temas para se tornar um empreendedor de alto impacto


1. Modelo de Negócio inovador

É comum o empreendedor iniciar a empresa com boas sacadas de produtos, como App’s de monitoramento da saúde, equipamentos de alta tecnologia para limpeza de tubulações, entre outros. Faça a pergunta: quem é o meu cliente? Visite os locais em que ele realiza as compras, observe e anote as reações, entenda o que ele valoriza (hábitos de consumo) e em que aspectos a sua demanda não é atendida. Estime, com dados e fatos, o tamanho do mercado (quanto dinheiro circula) e como ele vem crescendo). Veja como os atuais concorrentes atendem ao mercado e quais oportunidades estão abertas: qualidade e conveniência (supermercados gourmet), tendências tecnológicas (educação virtual estimulante para o jovem), conceito de produto e presença no PDV. Defina ou atualize seu modelo de negócio, considerando diferenciais difíceis de serem construídos ou copiados.


2. Cultura Organizacional

Uma empresa é o conjunto de gente correndo atrás de atingir resultados. O time precisa ter uma razão muito forte, além do atendimento das necessidades básicas (A. Maslow), para fazer a diferença na rotina da empresa. Como o trabalho e a empresa fazem sentido para a vida do colaborador? Qual o sonho grande (em que tamanho quero chegar em 10-15 anos)? Quais os valores que pautam a rotina (como os líderes de fato decidem, não o que dizem)? A empresa pauta a remuneração, promoção e decisões em critérios meritocráticos (melhores tratados de forma diferenciada)? Se quiser, genuinamente, construir time engajado em atingir as metas desafiadoras, o empreendedor deve apresentar respostas convincentes a estas questões. Consulte os casos de sucesso e palestras no site da Endeavor Brasil.

3. Sistema de Gestão orientado a resultados
Simplesmente, entenda e execute o que o Professor Vicente Falconi ensina sobre Formulação Estratégica, Desdobramento de Metas e Gerenciamento da Rotina. São livros baratos e fáceis de ler, além disso, há vários vídeos disponíveis no Youtube. Como empreendedor de alto-impacto, é seu dever patrocinar com energia e consistência as metas estabelecidas, a execução das ações de melhoria, ações corretivas em caso de desvios - o método PDCA.

4. Formação do Time

O empreendedor deve estruturar um processo em que o atingimento de cada meta seja um ciclo de aprendizado. Os desafios (metas, job rotation) puxam a necessidade de aprendizado, as boas fontes de informação e conhecimento dão os recursos, recrutamento de gente de elevado potencial aumenta a produtividade e, por fim, o estímulo para o time melhorar cada vez mais. Investir em formação de time de ponta garantirá o crescimento do seu negócio nos próximos anos.

5. Boas práticas de Governança Corporativa

Lembre-se que paz, alinhamento e sonho grande compartilhado entre os sócios é fundamental para os quatro elementos acima rodarem. Boa governança é equilibrar os interesses entre família, sócios e executivos em prol do crescimento e perpetuação do negócio. Procure se informar no IBGC (www.ibgc.org.br) sobre boas práticas de governança como contrato social e acordo de acionistas. Não é algo apenas para grandes empresas, vários negócios de alto potencial fracassaram por problemas na cúpula da organização.

O empreendedor transforma em realidade os cinco temas

Quem faz os cinco temas sairem do papel é o líder, o empreendedor de alto-impacto. Ou melhor, o conjunto de empreendedores que aceleram a empresa no dia a dia. Nós promovemos micro-revoluções no meio econômico e social, e geramos muitas oportunidades para quem acredita e mergulha com tudo no projeto e nas mudanças!